Realizou-se no passado dia 12 de Maio, no Centro Cultural Polivalente, uma sessão extraordinária da Assembleia Municipal de Vendas Novas. A bancada do PSD foi composta pelos Deputados Municipais Ricardo Videira, Custódio Vale de Gato e Joaquim Soeiro, constando da ordem de trabalhos os seguintes pontos:
1 – 1ª Revisão ao Plano Plurianual de Investimento, ao Plano de Atividades Municipal e ao Orçamento de 2011;
2 – Proposta de Alteração ao Mapa de Pessoal da Câmara Municipal;
3 – Proposta de Alteração à Tabela de Taxas Administrativas do Regulamento Municipal de Taxas.
Tratando-se de uma Assembleia extraordinária não houve lugar a período antes da Ordem do Dia, entrando-se diretamente na ordem de trabalhos. O primeiro ponto decorria da aprovação (com voto contra do PSD) da Alteração ao contrato de Empréstimo Bancário de Médio e Longo Prazo realizada na Assembleia Municipal de Abril, procurando desta forma a Câmara Municipal adaptar os mecanismos financeiros aos investimentos propostos. Por se tratar de alterações a documentos de gestão, e uma vez que o PSD já havia censurado alguns dos investimentos na anterior sessão da Assembleia, a bancada entendeu abster-se nesta matéria.
Seguiu-se o segundo ponto da Ordem de Trabalhos em que, mais uma vez, a Câmara Municipal produziu alterações no respetivo mapa de pessoal. Ora, em conformidade com posições anteriormente assumidas, o PSD votou contra a proposta apresentada. O Mapa de Pessoal deve ser um instrumento estruturante e que enquadre as reais necessidades do Município, não devendo sofrer alterações circunstanciais sempre que a maioria CDU entenda ajustá-lo “à sua maneira”.
Por fim foi debatida a proposta de alteração de taxas de acesso às Piscinas Municipais de Vendas Novas. A mesma tinha a ver com o arredondamento dos valores a cobrar após a respetiva revisão em alta em função da inflação. O documento mereceu a aprovação de todas as bancadas.
No final da sessão, o PSD não deixou de frisar o facto de se estar perante a segunda sessão da Assembleia Municipal num espaço de menos de 2 semanas, circunstância que na interpretação da bancada social democrata deveria ser evitada afim de reduzir custos para a autarquia.
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