Texto corrido

JOAQUIM SOEIRO , 44 ANOS , ARQUITECTO , É O CANDIDATO DO PSD À CÂMARA DE VENDAS NOVAS

23/09/10

Moção "Limpar Vendas Novas"

Vendas Novas, 23 de Setembro de 2010

Moção: Limpar Vendas Novas

Ao terceiro domingo de cada mês realiza-se alternativamente o mercado ou feira (Maio e Setembro) de Vendas Novas.

Com efeito, no espaço adjacente a uma das principais artérias da cidade, a Avenida 25 de Abril, junto do Estádio Municipal aglomeram-se os muitos feirantes que rumam a Vendas Novas com o objectivo de proporcionar aos vendasnovenses os produtos e serviços que de melhor têm para oferecer. E a população não enjeita a oportunidade de se abastecer para os mais diversos fins, circunstância que fica evidenciada pelo número de cidadãos que ali se deslocam e pela perenidade do referido mercado.

No entanto, após a realização de feiras e mercados, o cenário com que a população vendasnovense se depara nos espaços adjacentes ao local onde os mesmos se realizam é desolador. Conforme poderá ser constatado nas fotos anexas, as ruas e jardins junto da zona da feira acumulam resíduos e sujidade, situação que para além de colocar em causa a higiene e saúde pública não enobrece uma cidade que se pretende limpa, asseada e boa para viver.

Neste contexto e tendo em vista a minimização do impacto dos resíduos resultantes da realização de feiras em Vendas Novas, propõe-se:

- A vedação integral do recinto da feira de forma a evitar a saída de lixo gerado dentro do mesmo;

- A instalação de contentores e ecopontos dispersos no recinto tendo em vista a redução da distancia entre o ponto onde se produz lixo e o ponto onde o mesmo deve ser depositado;

- A criação de um manual ecológico a ser distribuído aos feirantes, apelando ao respeito pelas normas ambientais e à separação de resíduos;

- Que os resíduos, quando recolhidos pelos serviços do Município sejam devidamente separados para efeitos de reciclagem.

Porque mais do que parecer verde é preciso sê-lo, vamos limpar para ter MELHOR VENDAS NOVAS.

A bancada do PSD na Assembleia Municipal de Vendas Novas













20/09/10

“QUO VADIS” VENDAS NOVAS? - (03) – 48º Aniversário da criação do concelho de Vendas Novas

Assinalou-se no passado dia 7 de Setembro o 48º aniversário da criação do concelho de Vendas Novas. Para que tal fosse possível, muito foram os vendasnovenses que anos a fio se empenharam afincadamente na bem sucedida conquista da autonomia política e administrativa vendasnovense.

É neste contexto que todos os anos a autarquia promove um conjunto de iniciativas que visam assinalar a efeméride, permitindo manter presente a memória dos que em tempos lutaram por melhores condições de vida para Vendas Novas e para as povoações circundantes.

O ano 2010 não foi excepção, tendo-se no seguimento do que se vem constatando ao longo dos últimos anos, sentido no decorrer das comemorações o afastamento da população em relação à festa. O expoente máximo de tal situação verificou-se naquele que é identificado como o seu ponto alto, a noite de 6 para 7 de Setembro. Nesta data o Município brindou a população com um concerto de um dos mais reputados artistas nacionais e com um espectáculo de fogo-de-artifício.

Quem tiver estado presente não terá certamente ficado alheio à dificuldade do artista em envolver o público no espectáculo ou à falta de enquadramento do fogo-de-artifício. Em minha opinião existe um problema de fundo na organização das festas do concelho de Vendas Novas, sendo importante repensá-las, indo ao encontro daquilo que a população quer ver e sentir e não simplesmente seguir o guião daquilo que foi feito ao longo dos últimos anos. Há-que mudar.

Torna-se pois importante proporcionar um melhor enquadramento do espectáculo nocturno, uma maior ligação entre o artista e o público, o que passa por exemplo por uma maior aproximação física entre ambos e a instalação do palco num local emblemático do concelho e não num qualquer terreno livre de obstáculos. Acresce-se a isto a necessidade de maior envolvimento da população e forças vivas do concelho na organização e prossecução da festa, situação que não só melhorará o empenho como garantirá maior sucesso no objectivo da comemoração.

É importante que nos momentos em que se celebram os feitos dos vendasnovenses estes se sintam envolvidos e empenhados no sucesso da comemoração que lhes pertence e que sintam orgulho no espectáculo e festa proporcionados pela sua terra, mostrando desta forma o que de melhor tiveram e têm para oferecer.

Perante isto: “QUO VADIS” VENDAS NOVAS?

09/09/10

Excertos do discurso do Vereador do PSD na sessão solene da comemoração do 48º aniversário da elevação de Vendas Novas a Concelho



.............O Governo e o Partido Socialista não querem admitir que, independentemente da situação internacional, têm uma elevada quota de responsabilidade pela dificil situação a que Portugal chegou sendo absolutamente ridículo o papel de salvadores que agora tentam assumir, enchendo a boca com a defesa do estado social , que está, diga-se de passagem, cada vez menos social.

.........Em Vendas Novas diriamos que , a maioria poltiica local, talvez por estar initerruptamente á frente dos destinos do concelho há 35 anos, parece revelar não ter consciência dos tempos que se vivem. Continua a ter uma visão do papel da autarquia como o de há 3 decadas aliada a um espantoso sentimento de auto-satisfação.
...........As contrariedades que hoje se vivem reclamam selectividade nas opções a tomar e uma exigência acrescida no sentido de definir prioridades quanto aos projectos municipais numa adequada relação custo / beneficio acompanhada da necessaria racionalização e redução das despesas correntes como seja um firme combate aos desperdicios o que não se verifica na gestão CDU.
..... Sendo a Câmara detentora de um considerável numero de terrenos distribuidos por todo o tecido urbano, propõe -se todavia comprar um terreno ( em cerca de 220 mil euros) para construir um centro educativo.


....... Não foi por acaso que surje a necessidade de a Cãmara ter de efectuar um pedido de empréstimo em junho deste ano de mais de meio milhão de euros para acorrer a necessidades de tesouraria camarária .
..... Revela a maioria politica à frente do municipio preocupação no combate aos desperdicios , quando pagou a uma empresa de estudos e projectos mais de cem mil euros para elaborar um plano de Urbanização cujo trabalho não passou de uma mera planta de estudo inicial , acabando por ser a Câmara inclusivé a pagar, para além dos cem mil euros por um trabalho que ficou a menos de um terço, as despesas bancarias de rescisão de contrato com a respectiva empresa.?
.......No estudo publicado este ano pela ordem dos Tecnicos de Contas, a Cãmara Vendas Novas ocupa no Ranking das 308 Câmaras do País o 20º lugar dos municipios que apresentam um maior peso das despesas com pessoal nas despesas totais .Deixamos uma simples pergunta para reflexão: Será que este posicionamento da Câmara de Vendas Novas no citado ranking leva a que a mesma se destaque dos demais municípios na qualidade do serviço prestado aos municipes ?

........... Tal como no País a situação externa não desculpa a actuação do Governo , também em Vendas Novas a acção governativa , não justifica opções erradas por parte da maioria politica local.

.......Vendas Novas tem tudo para ser melhor . Da localização estratégica à sua extraordinária riqueza humana.Com visão estratégica , colocando acima de quaisquer interesses , os interesses do Concelho e os da respectiva população será possivel promover o desenvolvimento harmonioso, sustentado e integral deste concelho com justiça e com igualdade de oportunidades para todos.

15/08/10

Porque a liberdade, mais do que uma conquista, é uma prática.

A CDU, força política que há muito gere os destinos Câmara Municipal de Vendas Novas, pode e deve ser responsabilizada pelo trabalho produzido nos diversos domínios em que tem intervenção.

Deve pois aceitar que livremente os cidadãos do concelho, sejam estes titulares ou não de cargos políticos, exprimam publicamente de forma respeitosa a sua opinião sobre a forma como actua. Nem sempre tal acontece, sendo disso exemplo a resposta oferecida pela CDU a um artigo de opinião elaborado por um deputado municipal eleito pelas listas do PSD e fundado em dados objectivos fornecidos pela autarquia.

Com efeito, recentemente o foi PSD confrontado com um áspero, indecoroso e desadequado comunicado da CDU em que esta força politica metafórica e ofensivamente ataca quem faz opinião e as forças políticas com uma visão diferente para futuro do concelho.

Tal situação não é aliás uma novidade para o PSD, vindo na sequência de conduta desapropriada seguida por esta força política em período eleitoral, que foi exposta pelo PSD à Comissão Nacional de Eleições, e que levou a um conjunto de recomendações por parte deste organismo que prima pela idoneidade e isenção.

O Futuro de Vendas Novas não é um património da CDU, mas sim dos vendasnovenses. Esta deve pois saber respeitar o espaço de quem vê de forma diferente e desprendida o futuro do Município, revendo a conduta seguida aquando da publicação do comunicado na última edição do Jornal Gazeta de Vendas Novas.

Porque a liberdade, mais do que uma conquista, é uma prática.

PSD Vendas Novas

“QUO VADIS” VENDAS NOVAS? - (02) – Politica local – palavras versus números

A política deve ser encarada como uma actividade nobre, em que os princípios éticos e morais devem presidir às tomadas de posição e observações que se produzem. É pois uma actividade em que o cidadão, de forma livre e desprendida, se propõe servir o interesse público, seja ele através do desempenho de cargos para os quais foi eleito ou da emissão de opinião sobre as mais variadas matérias.

É naturalmente neste contexto que os artigos de opinião “QUO VADIS Vendas Novas” se inserem e se propõem trazer à população vendasnovense uma visão sobre o concelho.

No quadro actual, importa por isso reforçar a necessidade de grande rigor na gestão do Município, não devendo os investimentos ser definidos somente em função dos apoios e fundos aprovados, mas também das maiores valias que tais investimentos possam trazer à população de Vendas Novas.

É neste quadro que se considera que o aumento do mapa de pessoal do Município e que a aprovação da contracção de um empréstimo de até 2.907.000,00€ poderá acarretar ainda maiores dificuldades na gestão das finanças da Câmara Municipal. Recorde-se a título de exemplo, de acordo com o anuário dos municípios portugueses, emitido pela Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas, de entre os 308 concelhos do País, em 2008, Vendas Novas encontra-se em 20º lugar no que concerne ao peso das despesas com pessoal nas despesas totais (44,3%).

Importa também referir que em Assembleia Municipal decorrida no passado mês de Junho, os eleitos foram confrontados com outras situações que evidenciam o difícil quadro financeiro vivido a nível nacional e internacional, como sejam a necessidade do Município contrair um empréstimo de curto prazo no valor de 550.000,00€ ou a renegociação de contratos de empréstimo de médio/longo prazo com o aumento do prazo global do mesmo e agravamento do respectivo spread.

Perante isto: “QUO VADIS” VENDAS NOVAS?

Nota: no artigo publicado em 20 de Julho foi referido erradamente que na votação da contracção do empréstimo até 2.907.000,00€ o Partido Socialista se tinha abstido. Com efeito a respectiva bancada votou contra a proposta da Câmara Municipal pelo que fica a devida correcção.

18/07/10

“QUO VADIS” VENDAS NOVAS?

Município aumenta em 31 colaboradores o mapa de pessoal e prepara-se para contrair empréstimo no valor de aproximadamente 2.900.000,00€

Portugal atravessa hoje uma crise económico-financeira sem precedentes, tendo os portugueses desde já começado a sentir os efeitos da mesma no seu dia-a-dia. Múltiplos foram os alertas deixados pelos diversos organismos reguladores e de supervisão nacional e internacional, estando hoje os meios político, empresarial e social do País sensibilizados para a necessidade de maior rigor na gestão e de um esforço conjunto para a credibilização do País perante os demais.

Seria naturalmente expectável que tal panorama fosse extensivo ao concelho de Vendas Novas, o que não se vem verificando. Senão vejamos:

- Em Assembleia Municipal no final do mês de Maio, a CDU e o PS, com os votos contra do PSD, aprovaram o aumento do mapa de pessoal do Município de Vendas Novas em 31 colaboradores;

- Em Assembleia Municipal no final do mês de Junho, a CDU, com a abstenção do PS e com os votos contra do PSD, aprova a contracção de um empréstimo de 2.907.000,00€ aumentando significativamente o endividamento do Município.

Importa pois referir que no espaço de tempo de um ano o endividamento do Município passa de aproximadamente 3.874.629,72€ para cerca de 6.523.141,01€, um acréscimo considerado significativo senão alarmante para o futuro das contas da autarquia.

Continuaremos a lutar pelo equilíbrio orçamental, denunciando e responsabilizando a CDU pela deficitária gestão do concelho.

“QUO VADIS” VENDAS NOVAS?

14/07/10

NOTA DE ABERTURA


Fazer Política é um acto de serviço público que os autarcas do PSD assumem como missão e com muita emoção e empenho.

Nenhum dos actuais quadros do PSD em Vendas Novas faz política de forma profissional. Todos desenvolvemos a nossa profissão, mas não viramos costas à nossa Terra e não deixamos de dizer presente na batalha que é lutar contra os problemas e carências que existem e subsistem.


Com dedicação mas de forma desprendida de interesses.


Com causas em nome do que realmente é importante para Vendas Novas.


Com seriedade, frontalidade, pragmatismo e transparência no que entendemos ser o melhor caminho para o Concelho e respectiva população.


Fazer Política é um acto de cidadania, mas é também estar à disposição de todos os cidadãos, ouvindo-os, respeitando-os, com eles ir debatendo e falando, e sempre com a suprema intenção de os melhor representar. Esse é o objectivo do PSD em Vendas Novas e de todos os seus Autarcas.


Os autarcas do PSD Vendas Novas estão disponíveis para abordar nos órgãos autárquicos qualquer assunto solicitado e ou proposto pelos munícipes individual ou colectivamente. Não queremos apenas cumprir com capacidade técnica e política.


Não será apenas a vontade de alguns, mas sim o querer de todos que combinado com o verdadeiro interesse público poderá gerar um caminho novo e necessariamente diferente que proporcione a criação de mais riqueza, emprego mais qualificado, a fixação dos jovens um território mais qualificado uma comunidade com menos exclusão social, diferente portanto daquilo que o PCP em quase 40 anos á frente do Concelho não teve capacidade fazer.