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JOAQUIM SOEIRO , 44 ANOS , ARQUITECTO , É O CANDIDATO DO PSD À CÂMARA DE VENDAS NOVAS

13/08/13

Libertar Vendas Novas - Lista dos candidatos efectivos aos Orgãos Autárquicos 2013


Câmara Municipal

Joaquim Manuel Marques Barreto Soeiro 
44 anos  Arquitecto

João António Bernardino Cordeiro Neves            
 60 anos            Consultor de Formação

Ana de Jesus da Silva Amorim Marques Garcia
60 anos Advogada

Custódio Manuel Aldinhas Vale de Gato            
60 Anos            Engenheiro

Raquel da Conceição Mateus Cordeiro Neves    
35 anos            Engenheira Civil

Fernando Jorge Travessa Chaveiro                    
41 anos            Inspector Chefe de Transportes              Independente

Carla Alexandra Plancha Romão da Costa         
41 anos            Psicóloga                                             Independente



Assembleia Municipal

Pedro José Barbas Martins                               
39 anos            Contabilista

Luis Filipe Laranjo Matias                                 
19 anos            Estudante                                            Independente

Maria Beatriz Marques Correia Alves Dias         
34 anos            Gestora Informática

Luis Filipe Campos Braga                                
57 anos            Professor

Ricardo Jorge Hilário Madeira                           
30 anos            Consultor

Sara isabel Gésero Neto                                  
30 anos            Socióloga                                             Independente

Valentim Simplício Anes Caracho                     
67 anos            Reformado                                           Independente

Nuno Miguel dos Santos Fadista                      
40 anos            Ajudante Oficial de Obra Civil

Carla Manuela Bailador Fialho Domingues         
 41 anos            Empresária

António Joaquim Lanzudo Piteira                      
43 anos            Comerciante                                         Independente

Alvaro Cardoso Marques                                  
53 anos            Consultor                                             Independente

Maria Helena Serrudo Gomes                           
38 anos            Bancária

Manuel António Madruga Neves                        
67 anos            Reformado

Sofia Isabel da Graça Laureano             
38 anos            Bancária

Carlos Alberto Mogo Reis                                 
65 anos            Médico                                                  Independente

António Barroca Penha                                    
78 anos            Comerciante                                         Independente

Paula Maria Noruegas Gualdrapa Martins          
46 anos             Administrativa                                       Independente

José David Fadista Piteira                                
18 anos            Estudante                                               Independente

Joaquim António Romão                                  
82 anos            Reformado                                               Independente

Maria Arminda Lanzudo Piteira                         
39 anos            Professora

Maria da Conceição Aldinha V. G.  Mogo Reis   
64 anos            Professora                                           Independente



 Assembleia de Freguesia de Vendas Novas
  
João José Castelo Branco Canatário Serafim     
30 anos            Bancário

Manuel António Parreira de Oliveira                   
78 anos            Militar Reformado

Maria Alexandra Rebotim Barosa Pereira           
41 anos            Consultora RH

Susana Isabel Martins Tavares                         
31 anos            Psicóloga                                             Independente

Luis Manuel Batista Marques                           
30 anos            Técnico de Manutenção Aeronáutica

Ana Rita Fernandes Bicho                                
26 anos            Cardiopneumologista

Maria José da Conceição Gonçalves Martins     
46 anos            Administrativa

Tiago José Barbas Martins                               
29 anos            Arquitecto                                            Independente

Ana Margarida Barbas Martins                          
34 anos            Desempregada                                      Independente

Lucia Isabel Espada Caracho                           
32 anos            Bancária

José Carlos Santana da Rosa Rebocho 
32 anos            Desempregado                                      Independente

Ana Isabel Martins Fadista                               
35 anos            Carteira

Isabel Maria Rocha Mateus Braga                     

57 anos            Professora

07/03/13

Comunicado - Parque de Exposições, Feiras e Mercados

Comunicado

Desde há muito que o PSD Vendas Novas vem manifestando a sua discordância relativamente à política de investimentos seguida pela CDU à frente da Câmara Municipal de Vendas Novas. Ao invés de investimentos geradores de riqueza e emprego, a CDU tem promovido investimentos de fachada com baixo ou nulo retorno financeiro, cultural e social, enquanto se aumentam os encargos fixos com edifícios, infraestruturas e dívida bancária.

Apesar do difícil momento vivido pelo País em geral e pelos vendasnovenses em particular, a CDU entendeu avançar com mais uma dessas obras, o novo Parque de Exposições, Feiras e Mercados, num investimento de aproximadamente 594.000€.

Rotulado pelo PSD como investimento não prioritário, o Partido manifestou-se contra o mesmo, sugerindo que se desse preferência a investimentos de cariz social, ao apoio às Coletividades do Concelho, ao pagamento a Fornecedores ou a investimentos geradores de emprego como seria um “ninho” de empresas.

O PSD não esqueceu no entanto a necessidade de melhorar as condições físicas do espaço onde atualmente se realizam as Feiras e Mercados, tendo em Setembro de 2010 apresentado uma proposta para beneficiação do atual recinto, a qual passa pela respetiva vedação, beneficiação das instalações sanitárias, incremento do número de pontos de recolha de lixo e distribuição de ecopontos. Com muito menos custos seriam criadas condições dignas para quem utiliza aquele espaço.

Mais recentemente, o PSD tomou conhecimento de alguns factos relativos à construção do novo Parque de Exposições, Feiras e Mercados que, pela sua gravidade, são merecedores do conhecimento dos vendasnovenses.

Com efeito, parte do novo recinto encontra-se a ser edificado num terreno com 124.000m2, adquirido em 2005, à Herdade da Ajuda, quando o Município se encontrava sob liderança do Presidente José Filipe Barradas. Aquando do desenvolvimento do projeto, veio no entanto a verificar-se que a área adquirida era insuficiente para o propósito. Como é possível adquirir terreno para um projeto e após o seu início verificar-se que o mesmo não “cabe” no terreno que lhe foi destinado!?

A solução encontrada pela Camara Municipal foi adquirir mais terreno à Herdade da Ajuda (7440m2), o que no imediato se verificou impossível por imperativos legais. Assim, para que as obras se pudessem iniciar prontamente, chegou-se a entendimento para no prazo de 15 anos realizar uma permuta do terreno em causa por terrenos cujo proprietário é o Município (terreno junto do futuro Parque de Exposições, Feiras e Mercados – a entregar de imediato - e 2 lotes no bairro Prof. Bento Jesus Caraça – a entregar dentro de 1 ano, num negócio avaliado em 96.903€). Até lá o Município usufruirá somente do direito de superfície na utilização do terreno cuja propriedade, neste período, continuará a ser da Herdade da Ajuda.

Esta situação é, mais uma vez, reveladora da má organização e planificação da CDU na Câmara Municipal e dos custos que a mesma aporta para o erário público, colocando-se as seguintes questões e conclusões:

1.       Em 2005 o Município adquiriu um terreno para construção de um Parque de Exposições, Feiras e Mercados, tendo-se constatado que o mesmo não era suficiente para implantação do projeto;

2.       É necessário adquirir mais terreno pelo que o investimento naquela infraestrutura irá aumentar;

3.       Será razoável elaborar um projeto que não cabe no terreno adquirido para o efeito?

4.       De quem é a responsabilidade pelo erro grosseiro?

5.       A diferença de custo por m2 entre o terreno adquirido em 2005 e 2013 deve ser objeto de explicação aos Munícipes.

O desconforto da CDU relativamente a este assunto foi evidenciado na última Assembleia Municipal quando, na falta de argumentos, o Presidente da Assembleia Municipal se dirigiu a Deputados Municipais da Bancada do PSD de forma rude e despropositada no âmbito da discussão deste assunto. Assim vai Vendas Novas…

Vendas Novas, 7 de Março de 2013

28/02/13

Assembleia Municipal de Vendas Novas (sessão ordinária de Fevereiro de 2013)


Realizou-se no passado dia 28 de Fevereiro a sessão ordinária de Fevereiro da Assembleia Municipal de Vendas Novas. A bancada do PSD foi composta pelos Deputados Municipais Ricardo Videira, Joaquim Soeiro e Ricardo Madeira.

No período antes da Ordem do Dia foram apresentadas pela bancada da CDU as habituais moções de âmbito nacional que, como sempre, refletiam o seu total alheamento relativamente à realidade do País bem como enorme resistência a qualquer mudança. Depois de aprovadas por maioria com o voto contra do PSD, a bancada laranja apresentou um voto de pesar pelo falecimento de Francisco Custódio Vale de Gato, tendo a mesma sido aprovada por unanimidade (ver moção em baixo). De seguida a bancada do PSD apresentou um voto de pesar pelo falecimento do General Jaime Neves, que viria a ser rejeitada pela maioria CDU (ver moção em baixo).

Entrou-se pois na Ordem do Dia, tendo sido debatido e aprovado por maioria com o voto favorável da bancada do PSD, o cadastro de sinalização do concelho de Vendas Novas.

Os dois pontos seguintes da Ordem do Dia passavam pela deliberação sobre propostas da Câmara Municipal para que as obras da ETAR da Landeira e Emissário de Descarga da Landeira e o Reservatório e Captação de Nicolaus fossem declaradas de Interesse Público Municipal. Tal reconhecimento permitirá de forma mãos célere proceder a alteração de terrenos classificados alternativamente como REN e RAN, tendo em ambos os casos sido aprovados por unanimidade.

No quarto ponto da Ordem do Dia foi novamente discutida uma alteração ao Mapa de Pessoal do Município, que passará a prever mais dois colaboradores. De forma coerente com as posições anteriormente assumidas, o PSD votou contra, tendo o mesmo apesar de tudo sido aprovado por maioria.

No ponto seguinte foi debatida a Proposta de abertura de Procedimento Concursal para ocupação das 2 vagas criadas no ponto anterior. A mesma foi aprovada por maioria com o voto contra da bancada do PSD, tendo sido registadas as reticências dos deputados municipais social democratas relativamente ao cumprimento dos mecanismos legais para este procedimento, nomeadamente no que diz respeito a que “Seja demonstrado que os encargos com os recrutamentos em causa estão previstos nos orçamentos dos serviços a que respeitam”.

Seguiu-se a discussão da proposta de Declaração de Interesse Público Municipal da obra de Expansão da Adega da Herdade da Ajuda em Área de REN, que depois de esclarecido que se destinava exclusivamente à classificação dos terrenos para ampliação da Adega, foi aprovada com a votação favorável da bancada do PSD.

No sétimo ponto da Ordem do Dia foi aprovado por maioria com abstenção da bancada do PSD o Protocolo de Delegação de Competências do Município de Vendas Novas para a Junta de Freguesia de Vendas Novas. Foi no entanto notado e debatido o facto de não existir um protocolo análogo para a Junta de Freguesia de Landeira bem como o facto de a bancada da CDU ter apregoado no ponto antes da Ordem do Dia a necessidade de maior descentralização para as Freguesias, manifestando-se inclusive contra a extinção de algumas conforme previsto na Reforma Autárquica, e quando a Câmara Municipal tem oportunidade de colocar estas orientações em prática, as competências delegadas são menores.

Por fim, no oitavo ponto da Ordem do Dia foi debatida e analisada a Atividade Municipal, com destaque para a justificação apresentada pelo Município para a aquisição de mais terreno na zona do Parque de Exposições, Feiras e Mercados pois o que já é sua propriedade não será suficiente. Neste tema quer o atual, quer o anterior Presidente da Câmara Municipal, demonstraram grande desconforto, tendo inclusive o Sr. José Filipe Barradas manifestado posições que não dignificam o papel do Presidente da Assembleia Municipal quando na falta de argumentos arrolou insinuações relativamente à vida profissional e futuro político de membros da bancada do PSD.

Nada mais havendo a tratar deu-se por encerrada a sessão.

Voto de Pesar - Falecimento de Francisco Custódio Vale de Gato


Voto de Pesar

Falecimento de Francisco Custódio Vale de Gato

Francisco Custódio Vale de Gato, vendasnovense, foi desde sempre um Homem envolvido ativamente na sociedade, contribuindo para o fomento da economia e da identidade local.

Desde muito novo encetou a sua atividade como industrial de panificação ao tomar sob a sua gestão uma pequena unidade rural que pertenceu a seu pai.

Imprimindo o seu cunho pessoal e energia de jovem, com a preciosa ajuda da sua também jovem esposa, logo se afirmou como empresário dinâmico e o seu trabalho foi frutificando também com a preciosa ajuda de muitos colaboradores, os quais foram sempre recebidos na sua organização como mais um membro da sua família.

Em 1960, como resposta aos novos regulamentos e consequentes desafios que se colocavam à indústria da panificação, lidera um movimento associativo que culmina com a constituição, em 29 de Dezembro de 1960, da Sociedade Panificadora Central de Vendas Novas. Esta integrou a totalidade dos 18 empresários que, de alguma forma, exerciam a sua atividade na indústria da panificação, hoje ainda quase todos representados pelos seus descendentes.

Desde essa data a Panificadora de Vendas Novas, pela sua dimensão, tem contribuído para o desenvolvimento da economia local, cotando-se como uma das suas maiores empregadoras.

Com o falecimento do Sr. Francisco Vale de Gato desaparece o último dos sócios fundadores da Sociedade Panificadora de Vendas Novas, a qual completará este ano 53 anos de atividade ao serviço da indústria, do Concelho e do País.

Foi gerente da Panificadora desde a sua fundação até ao final do exercício de 2003, tendo em 2008 transmitido a sua posição quotista aos seus filhos.

Durante a gerência do Sr. Francisco Vale de Gato foi determinante a sua capacidade de liderança, sempre com um notável equilíbrio e respeito por todos quantos integraram a empresa ou com ela se relacionavam. De igual modo foi determinante a sua ação para a construção da unidade industrial, ainda hoje em funcionamento e representativa do empenho da gestão da equipa do Sr. Francisco Vale de Gato.

Foi sob a sua orientação que os negócios evoluíram para um patamar que ainda hoje permitem considerar a Panificadora como uma empresa de referência no seu ramo, no Distrito de Évora.

Cidadão consciente das suas responsabilidades para com a comunidade em que se inseria, ao longo da sua vida integrou diversos órgãos públicos e associativos e respondeu sempre às diversas solicitações que lhe foram sendo apresentadas.

Após o 25 de Abril de 1974, com o desmantelamento dos Grémios Industriais, participou na criação da Associação dos Industriais de Panificação do Alto Alentejo, da qual foi Presidente desde a sua criação até ao ano de 1996.

Constituiu para todos um exemplo de dedicação, disponibilidade e generosidade bem como de munícipe atento aos problemas do Concelho, tendo sido membro da Direção da Casa do Povo de Vendas Novas e autarca na Assembleia Municipal, desempenhando com brio e lealdade as funções que lhe foram confiadas.
Assim, a bancada do Partido Social Democrata entende propor à Assembleia Municipal de Vendas Novas, reunida em 28 de Fevereiro de 2013, a aprovação de um voto de pesar pelo falecimento de Francisco Custódio Vale de Gato e que se manifeste à família o profundo pesar pela sua perda, reconhecendo publicamente o valor do seu legado.

Vendas Novas, 28 de Fevereiro de 2013

Voto de Pesar - Falecimento do Major General Jaime Neves

Voto de Pesar

Falecimento do Major General Jaime Neves

Foi com enorme pesar que se tomou conhecimento do falecimento do Major-General Jaime Neves, no passado dia 27 de Janeiro. Jaime Alberto Gonçalves das Neves, nascido a 24 de Março de 1936, prestou altos serviços às Forças Armadas e ao País, ao longo da sua vida e da sua brilhante e valorosa carreira militar. A História irá perpetuar que a 27 de Janeiro de 2013 morreu o Comando que manteve Portugal na Democracia.

Nos momentos mais confusos e decisivos da história da jovem Democracia portuguesa, Jaime Neves teve sempre o discernimento para combater o bom combate, quando, com outros, contribuiu para instaurar a liberdade em Portugal a 25 de Abril de 1974, quando a reinstaurou, de forma singular, a 25 de Novembro de 1975 e, ainda, quando soube recolher aos quartéis, recusando a deriva política que afetou tantos dos seus pares.

Tinha a favor dessa clarividência um apurado sentido patriótico e a noção exata do que o País espera de um militar.

Granjeador dos melhores, era seguido incondicionalmente pelas suas tropas que impuseram às chefias militares o regresso do seu Comandante ao posto na Amadora, contra um saneamento sumário, então decidido.

Sabia agir no terreno com uma valentia feita coragem, mais do que de força, pautando sempre a sua ação de comando e de liderança, pela firmeza das suas atitudes, pela forma excecional como acompanhou e apoiou os seus homens, bem como pelos laços de camaradagem e amizade que criou e que irão perdurar para sempre na história dos «Comandos» e do Exército Português, como um exemplo a seguir.

Exemplo que, uma vez mais, mostrou honrando a grandeza dos guerreiros de outrora, quando obrigou os seus homens a suspenderem fogo sobre a Polícia Militar que acabara de abater dois dos seus.

Na reserva desde 1981, Jaime Neves era um dos mais medalhados comandos do Exército, tendo-se reformado com a patente de coronel.

Pela sua “Ação importantíssima na restauração da disciplina nas Forças Armadas”, conforme consta do alvará que conferiu, em 1995, ao então Coronel de Infantaria «Comando» Jaime Neves o grau de Grande-Oficial com Palma da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito, a mais importante Ordem Honorífica Portuguesa, concedida pelo Presidente da República, Mário Soares.

Para a história fica o exemplo de Português exemplar e de um defensor e construtor da democracia.

Assim, a bancada do Partido Social Democrata entende propor à Assembleia Municipal de Vendas Novas, reunida em 28 de Fevereiro de 2013, a aprovação de um voto de pesar pelo falecimento do Major General Jaime Neves.

Vendas Novas, 28 de Fevereiro 2013

26/02/13

10000 VISITAS


O "LARANJA DE VENDAS NOVAS" atingiu hoje as 10000 visitas. O PSD Vendas Novas agradece a todos os que com maior ou menor regularidade visitam este espaço tornando-o uma referência no panorama político local.

11/02/13

Já reparou que:
  • Quando algo ou alguém se mantém por muito tempo no mesmo sitio, ou ganha cama, quando se trata de um corpo inerte, ou então ganha vícios de forma. Cria hábitos, torna-se arrogante, prepotente, tendencioso...

Acredita que:
  • Com o PCP/CDU à frente da Câmara durante quase 40 anos, foi, é ou será diferente?

31/01/13

Conselho de Ministros de 31 de Janeiro de 2013


1. O Conselho de Ministros aprovou uma proposta de lei que estabelece medidas de reforço da solidez financeira das instituições de crédito no âmbito da iniciativa para o reforço da estabilidade financeira e da disponibilização de liquidez nos mercados financeiros.

A alteração agora proposta visa permitir ao Estado o exercício temporário de domínio sobre uma instituição de crédito que seja objeto de uma operação de capitalização com recurso a capital público.

Assim, quando o Estado subscreva ou adquira uma participação no capital social de uma instituição de crédito que lhe atribua uma posição de domínio, o Estado poderá, em obediência a um princípio de controlo do investimento de fundos públicos, exercer os direitos de voto inerentes à sua participação.

Esta alteração decorre dos compromissos assumidos pelo Estado português nos Memorandos, e não só respeita as regras e orientações da União Europeia em matéria de auxílios de Estado, como constitui um forte incentivo para fomentar o empenhamento dos particulares no desinvestimento público, o que se afigura relevante face à natureza subsidiária destas operações de capitalização de instituições de crédito.

É, assim, introduzido um mecanismo de capitalização obrigatória quando o Banco de Portugal, como medida de último recurso e com o intuito de assegurar a estabilidade do sistema financeiro nacional, propuser a realização de uma operação de capitalização com recurso a fundos públicos.

2. O Conselho de Ministros aprovou uma proposta de lei que estabelece o regime a que deve obedecer a implementação e utilização de sistemas inteligentes de transportes, inclusive nas interfaces com outros modos de transporte, transpondo uma diretiva comunitária.

Esta proposta de lei visa dar seguimento ao objetivo definido na diretiva em causa, assegurando a implementação coordenada e coerente de sistemas inteligentes de transportes (ITS) interoperáveis na União Europeia, garantindo que os sistemas a implementar em território nacional se articulem com o Plano Europeu de Ação ITS e com as medidas e especificações a adotar pela Comissão.

3. O Conselho de Ministros aprovou a primeira alteração ao Regulamento da Nacionalidade Portuguesa, revendo os procedimentos de realização da prova de língua portuguesa.

Os procedimentos inerentes à prova do conhecimento da língua portuguesa, são modificados de modo a garantir maior rigor e transparência na sua verificação, tendo em conta as tendências recentes da alteração dos movimentos migratórios e atenta a experiência adquirida durante os últimos anos.

4. O Conselho de Ministros alterou a legislação relativa ao sistema de identificação e rastreabilidade dos explosivos para uso civil, transpondo uma nova diretiva comunitária sobre esta matéria.

Com esta alteração, a indústria dos explosivos disporá de tempo suplementar para desenvolver, ensaiar e validar os sistemas electrónicos indispensáveis à aplicação da referida diretiva comunitária, aumentando a respetiva segurança.

5. O Conselho de Ministros aprovou um diploma que estabelece o regime das normas técnicas aplicáveis à proteção integrada, à produção integrada e ao modo de produção biológico, conformando diversa legislação já existente, procedendo à respetiva adaptação às diretivas das qualificações e dos serviços no mercado interno.

É consagrado um regime de reconhecimento de técnicos em proteção integrada, produção integrada e modo de produção biológico, no âmbito da produção agrícola primária, qualificando assim as atividades destes técnicos como profissões regulamentadas, estabelecendo o regime de acesso e exercício da atividade das respetivas entidades formadoras.

Estas disposições favorecem a proteção do ambiente e do consumidor, contribuindo ainda para a promoção da qualificação de produtos agrícolas e pecuários que sustentam a criação de valor económico e o desenvolvimento de uma agricultura sustentável.

6. O Conselho de Ministros aprovou um diploma que transpõe para a ordem jurídica interna 12 diretivas comunitárias, relativas à colocação no mercado dos produtos biocidas.

Esta decisão tem em vista propiciar uma utilização segura para a saúde humana e animal, e para o ambiente, dos produtos biocidas necessários para o controlo dos organismos nocivos para o homem ou para a saúde animal e dos que provocam danos nos produtos naturais ou transformados.

7. O Conselho de Ministros aprovou a nomeação de um vogal executivo (diretor clínico) para o conselho de administração do Hospital Professor Doutor Fernando Fonseca, preenchendo um cargo que se encontrava vago.